Blog do Umpierre


Dois vinhos nacionais de muita qualidade e preço justo

Neste final de semana bebi dois belos vinhos nacionais com preços abaixo de 50 reais, desmentindo aos que ainda falam que vinho brasileiro bom é  vinho caro.

O primeiro é o ótimo Chardonnay Da'divas 2012 da Lídio Carraro, que harmonizou perfeitamente com arroz branco e camarões grelhados, fiquei encantado com ambos.

Hoje foi a vez do execelente Angheben Barbera 2013, cuja qualidade em nada fica a dever para os bons Barberas Italianos, para acompanhar uma massa com molho vermelho e carne de panela, mais uma bela combinação.

Foi um ótimo final de semana ! Vinho, comida e familia, na mais perfeita harmonia !

Obs.: Como a equipe da UOLHOST, ainda não conseguiu resolver o problema de acesso ao painel do novo blogdoumpierre, estou retomando as publicações no antigo endereço.


 



Escrito por Umpierre às 23h12
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Feliz Ano Novo

Desejamos aos nossos leitores e amigos, um excelente 2014 ! Que o novo ano que está chegando, seja portador de ótimas notícias e muitas alegrias !

Feliz 2014 !


Obs.: desejamos também que em 2014, a equipe do Uol Host consiga detectar e solucionar os problemas técnicos que me impedem de acessar o painel de gerenciamento do Blog do Umpierre, em seu novo endereço.

 





Escrito por Umpierre às 16h11
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Um surpreendente Pinot Noir por apenas 15 reais!

Para ver o post completo, acesse o nosso novo endereço:

http://blogdoumpierre.com.br

Obs.:  por problemas ainda não detectados pelos técnicos do UOLHOST, continuamos sem acesso ao painel de gerenciamento do nosso blog, no novo endereço. 



Escrito por Umpierre às 16h53
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Vale cada centavo !

Um dos vinhos mais elogiados pela crítica portuguesa em 2013, começa a se destacar também aqui no Brasil, principalmente pela sua excelente relação preço/qualidade.

Leia o post completo em nosso novo endereço :

http://www.blogdoumpierre.com.br  



Escrito por Umpierre às 14h29
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Os inusitados decanters de Luis Pato

Nestas minhas andanças pelo mundo do vinho eu já vi muita coisa, mas os decanters que estavam sobre a mesa da sala de degustação de Luis Pato,...

(leia o post completo, em nosso novo endereço: http://blogdoumpierre.com.br )



Escrito por Umpierre às 10h16
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Vem ai mais um grande vinho do Douro, para o mundo

Cacifado pelo enólogo José Maria Soares Franco, responsável pela produção do ícone Barca Velha, durante 28 anos, este vinho que está prestes a ser lançado no mercado, possui todos os requisitos, para se tornar um sucesso internacional.

Na verdade, são dois vinhos com o mesmo nome, um é o Duorum O.Leucura cota 200, produzido com parcelas de vinhedos que se encontram a 200 metros de altitude, mais próximo ao rio e o outro é o Duorum O.Leucura cota 400, que foi elaborado com parcelas de vinhedos a 400 metros de altitude.

O primeiro é um vinho concentrado, com taninos mais firmes, de longa evolução, devido a temperaturas mais elevadas e o segundo, um vinho mais fresco e elegante, em função do clima mais ameno, mas os dois vinhos, cada um dentro das suas caraterísticas, são excelentes!

Tive o prazer e o privilégio de degustar estes dois vinhos numa visita que fiz há poucos dias, junto com um grupo de enófilos brasileiros, a bela sede da Duorum Vinhos-Quinta do Castelo Melhor, localizada em Vila Nova de Foz Coa na sub-região do Douro Superior, quase na fronteira com a Espanha, resultante de uma sociedade entre  dois enólogos que fizeram história nas últimas décadas em Portugal, Jose Maria Soares Franco e João Portugal Ramos.

Fomos recepcionados pelo próprio Jose Maria, que nos levou a conhecer os vinhedos nas encostas do rio Douro e nos fez uma explanação detalhada, sobre as peculiaridades do terroir da região e do projeto moderno e inovador, para a produção de vinhos do Douro e Porto, com caraterísticas únicas e de dimensão internacional.

Na mesma ocasião, também degustamos o ótimo Duorum Reserva Vinhas Velhas 2009 e os demais vinhos produzidos pela Duorum, todos de boa qualidade, mas os dois O. Leucura, com certeza farão história.



Escrito por Umpierre às 22h45
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Do mesmo nível de um Champagne, por menos da metade do preço

No último domingo eu tive a grata satisfação de degustar um espumante nacional que só não dá para chamar de Champagne, porque foi feito na Serra Gaúcha, pois nos demais requisitos, na pior das hipóteses, está no mesmo nível.

Estou falando do excelente Cave Geisse Blanc de Noir Vintage 2009 Brut, um espumante que superou todas as expectatívas! Sua cor é um amarelo dourado, puxando para o bronze, seu perlage é fino e persistente,apresenta aromas intensos e agradáveis de frutas, especiarias e tostado, na boca já seduz no primeiro gole, é cremoso, possui ótima acidez e o seu final é de longa duração.

Produzido com 100% de uvas Pinot Noir, cultivadas em vinhedos sem a utilização de agrotóxicos. Desde a sua floração até a colheita, garante frutas livres de resíduos químicos prejudiciais a saúde e ainda com melhores resultados de qualidade. Não prejudica o meio ambiente, diminui a utilização de água e consequentemente a contaminação dos solos e lençois freáticos. Passou por um processo de maturação de 28 meses e foram produzidas, apenas 7000 garrafas, seu teor alcóolico é de 12.5% .

Que a Família Geisse só produz espumantes de boa qualidade, não é mais nenhuma novidade, mas este Blanc de Noir que me perdoem os franceses, é melhor que alguns  e igual a muitos champagnes que já degustei até hoje, com a vantagem que custa menos da metade do preço. 



Escrito por Umpierre às 09h19
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Imbatível na sua faixa de preço

Para quem gosta de vinhos estilo velho mundo e para quem gosta de bons vinhos de qualquer estilo, por um preço justo, não pode deixar de degustar o Alto das Figueiras 2011, um Merlot digno dos melhores exemplares nacionais.

Produzido com uvas cultivadas na Serra do Sudeste, a 500 metros de altitude do nível do mar, em Encruzilhada do Sul e vinificado na própria vinícola, o Alto das Figueiras é um vinho de muita qualidade! Apresenta uma coloração rubi intransponível, possui aromas intensos de baunilha, café e especiarias, na boca é sedoso e saboroso, possui um toque de carvalho bem integrado, boa acidez  e retrogosto persistente. Sua graduação alcóolica é de 12.5% .

O Alto das Figueiras Merlot 2011 é praticamente um vinho de garagem, foram produzidas apenas 4 mil garrafas. Seu criador é Antonio Czarnobay, um dos enólogos mais experientes da vitivinicultura nacional e  proprietário da Bodega Czarnobay.

Este vinho eu recomendo sem medo de errar. Na sua faixa de preço(49 reais) é imbatível !



Escrito por Umpierre às 08h36
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Um encontro marcado com os grandes nomes do vinho português

Em outubro, estaremos embarcando com destino a Portugal, para um fantástico tour de vinhos, pelas regiões mais famosas e tradicionais do cenário da vitivinicultura portuguesa. Lá nos aguardam grandes personalidades, magníficas paisagens, lugares históricos, vinhos e vinícolas reconhecidas no mundo inteiro.

Nossa primeira visita será na centenária Ramos Pinto, localizada no município de Vila Nova de Gaia, localizado na margem sul da foz do rio Douro, uma das mais tradicionais produtoras do famoso vinho do Porto.

Depois seguiremos para o Alto Douro, onde nos aguarda Cristiano Van Zeller, da Quinta do Vale Dona Maria, um dos mais renomados enólogos do Douro e produtor de vinhos fantásticos, reconhecidos  em todo o mundo.

Ainda no Alto Douro, visitaremos a famosa Quinta do Vale Meão e ouviremos atentamente, sobre a vida e a obra de Dona Antonia Adelaide Ferreira, uma grande empresária do século XIX, também conhecida por "Ferreirinha", cuja história se confunde, com a história do vinho português. Na sequência vamos conhecer as instalações e os vinhos da moderna Duórum.

No gran finale desta etapa, a grande atração será o ícone Barca Velha. Vamos conhecer a história deste grande vinho, em todos os seus detalhes  e curtir cada segundo de sua degustação.

A próxima parada será na Bairrada, terra dos vinhos tradicionais, leitões e outras delícias. Nesta região nos esperam o grande Luis Pato, o homem que revolucionou a vitivinicultura de Portugal, utilizando uvas autóctones, e sua filha Felipa Pato, uma das enólgas mais influentes do País, que tem a sua própria produção, cujo slogan é "Vinhos sem Maquilhagem", pois não aplica nenhum tipo de aditivo para que se estabilize, nem os vinhedos são tratados com agrotóxicos.

Ainda na Bairrada, participaremos de uma grande degustação, com Oswaldo Amado, enólogo chefe do grupo Dão Sul.

No Alentejo, o ponto alto será uma visita especial à Fundação Eugênio de Almeida, para conhecer o icone alentejano, Pera Manca, um dos símbolos da enologia portuguesa.

Na região de Estremoz, também chamada de "o novo Alentejo", vamos ver de perto o trabalho de João Portugal Ramos e degustar seus belos vinhos.   

Não tenho dúvidas que vamos vivenciar momentos inesquecíveis, daqueles  "para se guardar na memória, na adega e no coração".



Escrito por Umpierre às 19h01
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Viñedo Chadwick 2003-Valeu muito a pena esperar !

No ano de 2006, quando decidi iniciar uma pequena coleção de vinhos especiais, comprei uma garrafa do Viñedo Chadwick 2003, um dos grandes vinhos da elite chilena, ainda um jovem adolescente, precisando de uma boa temporada de adega, para mostrar todo o seu potencial. Naquele tempo, eu também não estava preparado, para apreciar e valorizar um vinho desta envergadura, em toda a sua plenitude. 

Assim, ao longo dos anos, fomos amadurecendo, evoluindo e ganhando experiência, numa espécie de preparação mútua, para o momento da degustação, onde vinho e enófilo deveriam estar a altura, um do outro.

Neste período, dediquei uma boa parte do meu tempo a estudar o universo da vitivinicutura, li, ouvi, escrevi e principalmente degustei os mais variados tipos de vinhos do mundo inteiro, aprendi a apreciar e valorizar um bom vinho, mas também descobri que o caminho do aprendizado é infinito.

Passados 7 anos daquele já distante 2006, senti que estavamos preparados para o grande dia. O Viñedo Chadwick 2003, com 10 anos completados, estava no seu auge e eu, com uma boa bagagem de conhecimento e uma "litragem" bem interessante.

No último domingo o cenário estava montado. Dia lindo, ensolarado, clima agradável, familia reunida, vinho aberto e decantado. Começei a servir as taças e os aromas agradáveis do grande Cabernet Sauvignon, se espalharam ao redor da mesa.

O que se seguiu nas horas seguintes, foi um verdadeiro espetáculo! O vinho em todo o seu esplendor, beirava a perfeição ! 

Mas a melhor definição sobre o Viñedo Chadwick 2003, eu encontrei na internet e compartilho com os meus leitores, para que tenham uma idéia da grandeza do vinho que degustamos, neste belo domingo de inverno.

 

 “O Viñedo Chadwick 2003 é o melhor exemplar da série, uma verdadeira usina de força, mas sem jamais abrir mão da sofisticação e da complexidade. Destaca-se pela cor (rubi/púrpura, intensa e profunda) e brilha nos aromas, com fruta madura deliciosa, mesclada a notas animais, toques florais, balsâmicos e resinosos, emoldurados por chocolate, especiarias e carvalho tostado. Na boca é um monstro – no bom sentido, é claro, exibindo refrescante acidez, corpo pleno, muita concentração, taninos finíssimos e perfeitamente maduros, álcool equilibrado e longa persistência. Seu retroolfato é intenso, instigante e agradabilíssimo. Uma jóia do repertório chileno contemporâneo. Imperdível, sob qualquer ângulo que se analise.” (texto retirado do site www.artewine).

Viñedo Chadwick 2003, um vinho que vai ficar guardado na minha memória! valeu a pena esperar !

 



Escrito por Umpierre às 14h03
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Um sábado de vinhos, gastronomia e frio da Patagônia

O frio intenso e a chuva  gelada e persistente, da  manhã  de inverno portoalegrense,  foi a contribuição da natureza, para  deixar mais autêntico  o almoço temático, Sabores Del Fin Del Mundo-Encantos Patagônicos, realizado  sábado, no espaço Vinho e Arte, o mais novo point do vinho da capital gaúcha, propriedade  da  enóloga Maria Amélia Duarte Flores.

Sob o comando do Chef Jorge Nascimento,  a gastronomia   Patagônica  desfilou seus pratos maravilhosos, num verdadeiro  festival  de aromas e sabores, onde a grande sensação foi o Cordeiro a Moda da Patagônia.

Os vinhos de autor do enólogo Marcelo Miras, protagonizaram um show a parte! O Miras Pinot Noir 2010, uma produção limitada a 1000 garrafas,  me lembrou nitidamente  um  Borgonha e o  Miras Cabernet Franc,  um veludo na boca.


Também gostei muito do Special Blend da Bodega Del Fin Del Mundo e do Malbec Primogênito.

Os dois brancos de entrada,  tinham muita qualidade,  o Postales Del Fin Del Mundo, um corte de Sauvignon Blanc e Semillón,  me lembrou dos bons Sauvignon Blancs da Nova Zelândia e o Ultramar Sauvignon Blanc, da Bodega Oceano, também me agradou.

Os Sabores e Aromas Del Fin Del Mundo, foi um  sucesso! Os vinhos, a gastronomia, o vento, a chuva  e  o frio intenso, que fazia na manhã de sábado,  nos fez viajar por algumas horas ao encantador universo  patagônico !



Escrito por Umpierre às 10h09
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Um vinho que ultrapassou o território do bom e alcançou as fronteiras do ótimo

Não abro mão de frequentar as lojas de vinhos, percorrer seus  corredores, admirar as garrafas repousando nas  prateleiras, estudar os rótulos,  ouvir a opinião dos  profissionais,  e de vez em quando, até  degustar algum vinho. 

Este hábito, além de ser muito prazeroso,  é também,  responsável por grande parte do conhecimento que adquiri, sobre este fantástico mundo da vitivinilcultura.

Por tudo isso, raramente eu compro vinhos pela internet,  a não ser que apareça algo novo, alguma coisa diferenciada que me faça mudar de idéia.

Pois foi exatamente isso que aconteceu, há uns dias atrás. Ao ler um email que recebi  de um site,  fiquei tocado pelo texto que descrevia as notas de degustação de um vinho. A sutileza e a inspiração que havia naquelas palavras, deixavam o apelo comercial, como mero coadjuvante. 

 Viajei através daquelas palavras e degustei o vinho em minha imaginação! 

“ Com aromas que vêm do carvalho, se derrete em baunilha pelas narinas e pede com gentileza à boca que se abra para receber os figos e açúcar queimado”.

Pela primeira vez, comprei vinhos pela internet induzido pela criatividade ímpar do anúncio. É claro que o preço, também era atraente.

Quanto ao Chateau Grimont 2009, trata-se de um belo vinho ! Ultrapassou o território do bom e alcançou as fronteiras do ótimo!

 



Escrito por Umpierre às 20h39
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Um reencontro inesperado

Em  maio 2011, quando fiz uma viagem enoturística à Itália, tive o privilégio de conhecer uma pequena vinícola no coração de Montalcino! O cenário bucólico com que me deparei ao descer do ônibus, era de uma beleza incomum. Os momentos mágicos que ali vivenciei e os vinhos que lá degustei, ficarão gravados para sempre na minha memória.

Os  15 ha de vinhedos da Azienda Agrícola Caprili, cercavam a propriedade dos simpáticos irmãos, Paolo e Paola Bartolommei . Ali eu conheci  as uvas Sangiovese  que seriam colhidas em outubro e utilizadas na elaboração dos mundialmente famosos vinhos Brunellos e Rossos de Montalcino da safra  2011.

 

Passados 2 anos daquela viagem de sonhos, o acaso me proporcionou um reencontro inesperado que me deixou emocionado. Na última sexta-feira, ao entrar numa loja de vinhos em Porto Alegre, avistei  um exemplar de um Caprili Rosso Di Montalcino 2011,  produzido com as uvas Sangiovese daquele mesmo vinhedo  que conheci , quando lá estive.

 Por alguns segundos viajei no tempo, as imagens dos momentos de encantamento  daquela manhã ensolarada de final de primavera Toscana, surgiram em minha mente, com uma nitidez impressionante. 

 

Comprei o vinho na certeza de que dentro daquela garrafa, havia  muito mais do que um belo caldo de Sangiovese, dentro  daquela garrafa, estavam guardadas  as lembranças de  momentos de alegria e felicidade, vividos numa pequena vinícola de Montalcino.

 



Escrito por Umpierre às 20h41
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Eu esperava mais deste vinho

Por já ter degustado  outras safras  e ter gostado.

Por ser um vinho reconhecido pela crítica e por  enófilos.

Por ter ganho prêmio, em degustações as cegas no exterior.

Por ser produzido pela vinícola mais renomada do Brasil.

Porque na primeira etapa da degustação, tudo indicava que se tratava de um grande vinho.

Eu esperava mais deste vinho, porque o aroma é agradável,  na boca possui bom corpo, é sedoso, carvalho integrado, mas no final  que  é de boa persistência, tem  um sabor amargo  que  me decepcionou .

Eu esperava bem mais deste Miolo Merlot Terroir 2009 .



Escrito por Umpierre às 20h38
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Syrah nordestino entra no seleto grupo dos grandes vinhos nacionais

Nesta semana degustei o que considero ser um dos melhores vinhos nacionais e com certeza, o melhor Syrah feito no Brasil.  Produzido com uvas cultivadas nas terras áridas da região do Vale do São Francisco no interior da Bahia, na sua safra de estréia (2010), já chegou mostrando a sua grande qualidade, ao ser escolhido como o melhor vinho tinto nacional, no Top Ten da Expovinis 2012.

Estou falando do Testardi Syrah safra 2012, o primeiro vinho top do projeto Ouro Verde, do Grupo Miolo. Seu processo de colheita e desengace é totalmente artesanal, fermentação e envelhecimento em barricas novas de carvalho, 14 graus de teor alcóolico  e  produção de apenas 5000 garrafas. 

Os agradáveis aromas de frutas negras maduras, ainda estão um pouco presos, mas na boca mostra todo o seu potencial, muito sedoso, taninos macios, álcool e acidez em perfeito equilíbrio, carvalho bem integrado e  final longo. É um grande vinho !  

O nordestino Testardi Syrah, chega  com cacife e credenciais, para mostrar ao mercado que os grandes vinhos nacionais  deixaram de ser exclusividade de gaúchos e catarinenses.

O único defeito deste vinho é  a dificuldade de encontrá-lo nas lojas de vinhos em Porto Alegre, este eu descobri por acaso na banca 38 do Mercado Público, a inexplicáveis R$41,00. No site da Miolo está sendo vendido a R$73,50.

Um vinho imperdível ! Principalmente por este preço.

 



Escrito por Umpierre às 21h11
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